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FOME, RACISMO, MORTE, DESEMPREGO, INFLAÇÃO, CRISES... ASSIM É O GOVERNO BOLSONARO!!!

FOME, RACISMO, MORTE, DESEMPREGO, INFLAÇÃO, CRISES... ASSIM É O GOVERNO BOLSONARO!!!

Data de Publicação: 20 de novembro de 2021 08:50:00
#Fora Bolsonaro “A política de Bolsonaro é uma política de morte da população mais pobre e da população negra. Por isso quem quer uma sociedade mais justa, igualitária, quem acredita na vida, estará nas ruas conosco neste sábado, 20 de novembro, gritando Fora, Bolsonaro Racista”, convoca Anatalina Lourenço, secretária de Combate ao Racismo da CUT.

Matéria compartilhada. Fonte: CUT - Central Única dos Trabalhadores

71,4% dos 8,9 milhões que perderam emprego na pandemia eram negros, diz Dieese

 

Para os não negros, os impactos da crise sanitária foram menores: dos 2,5 milhões que perderam as ocupações entre o 1º e o 2º trimestre de 2020, 59% voltaram a trabalhar em 2021”, diz o boletim

A pandemia do novo coronavírus aprofundou o abismo da desigualdade social entre negros e não negros no Brasil e o racismo estrutural, com suas práticas discriminatórias, institucionais, históricas e culturais, segrega negros no mercado de trabalho, atingindo diretamente a maioria da população do país, onde 56,1% das pessoas são negras.

Leia mais: Saiba o que é o racismo estrutural e como ele se organiza no Brasil

Boletim do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgado nesta sexta-feira (19), mostra que aumentou a  desigualdade entre negros e não negros no mercado de trabalho durante a pandemia.

Entre o 1º e o 2º trimestre de 2020, um total de  8,9 milhões de trabalhadores e trabalhadoras perderam o emprego ou deixaram de procurar por achar que não conseguiriam recolocação. Deste total, 6,4 milhões (71,4%) eram negros ou negras e 2,5 milhões não negros.

O Dieese analisou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao comparar os segundos trimestres desse ano e de 2020, o Dieese mostra que, em 2021, havia 2,9 milhões de negros ocupados a mais do que no ano passado - o equivalente a 47,0% do 1º trimestre de 2020.

“Para os não negros, os impactos da crise sanitária foram menores: dos 2,5 milhões que perderam as ocupações entre o 1º e o 2º trimestre de 2020, 59% voltaram a trabalhar em 2021”, diz o boletim.

Para os negros, a taxa de desemprego é sempre maior do que a dos não negros. Enquanto para os homens negros, ficou em 13,2%, no 2º trimestre de 2021, para os não negros, foi de 9,8%. Entre as mulheres, a cada 100 negras na força de trabalho, 20 procuravam trabalho, proporção maior do que a de não negras, 13 a cada 100.

Confira aqui a íntegra do relatório do Dieese sobre o Boletim Especial. 

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